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Visitante indesejada, chuva marcou Carnaval 2020 em Vassouras

• Poucos foram os períodos de trégua durante a festa na cidade

Um Carnaval encharcado, marcado por muita chuva e temperaturas bem abaixo para a média do período em Vassouras. Foi nesse clima que as atrações tentaram tirar o vassourense de casa no Carnaval. Desde a abertura com o Grupo Vou Pro Sereno, no Botequim do Samba, até a apresentação de Sandra de Sá no Baculeju com Elas, na terça-feira, o que não faltou foi chuva. Na tarde da sextafeira, dia 21, o bloco Cidadão Social fez o seu papel: incluiu na festa pessoas atendidas pela rede de proteção social criada a partir da Constituição de 1988, e contou com a presença do prefeito Severino Dias. À noite, o Bloco da Cascata merece uma saudação especial: teve o mérito de não se esquecer do samba, cada vez mais distante do carnaval vassourense. A bateria, cada vez mais rara em nossos blocos, manteve a cadência, lembrando que era dia de levar “as Piranhas para o Poeirão”. A velha mania de se fantasiar de mulher voltou a tomar as ruas na noite da sextafeira. A chuva, no entanto, também marcou presença durante as apresentações do Caçarola Samba Show e da Banda Bangalafumenga. O sábado foi de chuva, muita chuva. Atrapalhando quem queria curtir o Cria das Antigas, o Caçarola do Roliço e os bailes populares. No domingo, trégua na chuva. O Cabeça de Porco, que este ano homenageou Marco Capute, “vassourense de verdade”, como fez questão de frisar o bloco, arrastou mais uma vez uma multidão. Um grande público, apesar da ausência do samba-enredo composto para homenagear o engenheiro vassourense. O domingo também foi de baile infantil e de shows com o grupo #TMJ, Agenda e Swing & Simpatia. A segunda-feira também foi de trégua. Os blocos Vila Velha e Te Aperta agradeceram a estiagem e deram conta do recado. O Maratomba mais uma vez agradou em cheio com sua bandinha e as marchinhas icônicas do carnaval. Na Broadway, Efikácia e Marquinho Pato, ex-Molejo. O último dia de Carnaval começou cedo. O Bloco Já que você não vai eu vou concentrou às 10 horas, em frente ao Esporte Clube XV de Novembro, na Residência. A banda Alecrim comandou a festa, em cima do trio elétrico oficial do carnaval vassourense, interpretando sucessos populares e contagiando o público. A programação prometia um final de Carnaval empolgante, com a apresentação do Império da Tijuca e o desfile do Bloco Nação Rubro-negra na Rua Otávio Gomes. Mas no final da tarde voltou a chover com intensidade em Vassouras. A Nação Rubro-Negra desfilou com um número menor de componentes em relação a anos passados e o desfile do Império da Tijuca virou apresentação no Espaço Wílson Gudes Pinto. Debaixo de muita chuva, o intérprete Daniel Silva e a bateria Sinfonia Imperial animaram o público, que não pôde ver de perto a apresentação da comissão de frente – que até subiu ao palco, mas não teve espaço para evoluir como no desfile da Marquês de Sapucaí. Já encharcado, o público dançou e cantou com Sandra de Sá na apresentação que encerrou o Carnaval 2020 em Vassouras. Que chegue logo 2021.

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